Base de cálculo correta
Parta da última parcela cobrada em 2026, como manda a Lei 9.870/99, e estime o peso real dos seus custos.
Calcule um reajuste escolar defensável para a sua escola, compare cenários e saia com uma comunicação inicial para as famílias pronta para adaptar.
Para gestores, mantenedores e times financeiros de escolas privadas.
Variação de custos estimada
8,4% a parte do reajuste que a planilha de custos comprovaA Central organiza as variáveis que costumam ficar espalhadas em planilhas, conversas e dúvidas: inflação, dissídio, folha, investimentos, evasão, inadimplência e prazos legais.
Parta da última parcela cobrada em 2026, como manda a Lei 9.870/99, e estime o peso real dos seus custos.
Veja em cada cenário quanto se comprova na planilha de custos e quanto é decisão comercial da escola.
Organize os prazos de divulgação e exporte um relatório em PDF para discutir a decisão com o time.
O objetivo é chegar a uma decisão mais clara e a um calendário mais seguro, sem transformar a experiência em uma planilha pesada.
Informe a última parcela de 2026, parcelas do período, UF, folha, evasão, inadimplência e investimentos.
Veja pesos e índices de referência usados para compor o índice técnico estimado.
Compare nova parcela, valor total do período, alertas de risco e a parte comprovável de cada cenário.
Confira os prazos legais, o checklist de divulgação e exporte o relatório de apoio à decisão.
Os dados ajudam a personalizar a simulação e preservar o contexto da sua escola.
Preencha os dados principais. Os blocos com interruptor entram ou saem da conta conforme a realidade da sua escola.
Por que a última parcela e não a média do ano? A Lei 9.870/99 (Art. 1º, §1º) manda calcular o novo valor sobre a última parcela legalmente fixada no ano anterior, multiplicada pelo número de parcelas do período letivo. Se você escalonou valores, reajustou no meio do ano ou trabalha com mensalidade cheia e desconto, use a última mensalidade efetivamente cobrada: é ela que a lei reconhece como base.
A lei permite repassar a variação de custos mesmo quando ela vem de aprimoramentos no processo didático-pedagógico, desde que comprovada na planilha. Use se houver obras, equipamentos ou melhorias previstas para 2027.
Aplicar índice ou fórmula diferente do que está no contrato é prática abusiva (CDC, art. 39, XIII, incluído pela Lei 9.870/99). Se houver cláusula, o cenário escolhido precisa conversar com ela.
A lei permite acrescer à anuidade a variação de custos de pessoal e de custeio, comprovada por planilha (Art. 1º, §3º). É essa planilha que a tabela abaixo monta. Os valores são estimativas e devem ser validados pela escola: clique em cada índice para ver a referência, ajustar ao seu caso ou desconsiderar o indicador.
| Item | Peso | Variação | Impacto |
|---|
Escolha o cenário que melhor conversa com a estratégia da escola e veja os alertas.
Informe as datas para visualizar os marcos de planejamento, o prazo mínimo de divulgação da proposta e a regra de vigência de um ano.
O Art. 2º exige que três itens fiquem em local de fácil acesso ao público. Marque o que já está pronto — a situação aparece no relatório.
Esta ferramenta tem caráter informativo e gera estimativas com base nos dados preenchidos e referências públicas/setoriais. Não substitui análise contábil, jurídica ou financeira da escola. A definição final do reajuste escolar deve observar a Lei 9.870/99 e a planilha de custos da instituição.
Os dados financeiros da simulação não são armazenados em nossos servidores — permanecem apenas no seu navegador enquanto você usa a ferramenta. Os dados do formulário de acesso são tratados conforme a LGPD, com finalidade de personalização e contato sobre soluções educacionais. Você pode solicitar informações, correção ou exclusão pelos canais de atendimento da Lumni.